quando se faz o que gosta não é trabalho

Quando se faz o que gosta não é trabalho, saiba o que te faz feliz

7 novembro, 2017 8:33 am | Criado por | sem comentários | 2 semanas

Já notou que muita gente que você conhece não está satisfeita com o trabalho?

Isso acontece, pois muitos encontram no que fazem apenas uma maneira de ganhar dinheiro, outros a busca pela estabilidade, ou algumas pessoas até se submetem a trabalhos aquém de sua capacidade por medo de não encontrar algo melhor. Entre outros casos que não são o cenário ideal.

É comum ouvir pessoas falando o quanto estão insatisfeitas com o ambiente de trabalho, as condições, o chefe, sobre estarem sempre cansadas, entre outras queixas. Mas onde estão as pessoas que gostam do que fazem?

Percebe-se que quando o objetivo é um só, ou vem de acordo apenas com o retorno financeiro, a insatisfação chega, mas quando se faz o que gosta, não é trabalho e sim a construção de algo muito maior.

Talvez buscar saber o que realmente te satisfaz na vida, quais são seus reais objetivos, ajude a evitar a angústia que é fazer algo que toma muito de seu tempo e não te traz realização.

Na verdade, se você parar para pensar, quando se faz o que gosta, não é trabalho, é diversão e vontade de fazer as coisas acontecerem, se ver muito feliz a cada conquista.

Já diria a famosa frase de Confúcio: “Faça aquilo que gosta e não terá de trabalhar um único dia na sua vida”

Mas como ser feliz no trabalho?

Veja também: 10 dicas práticas para melhorar a produtividade no trabalho

Onde estão as pessoas que cumprem a regra: quando se gosta do que faz não é trabalho?

Voltando então à pergunta, onde estão essas pessoas que gostam do que fazem?

Estão em todos os lugares, basta procurar. Normalmente, são indivíduos que praticam o autoconhecimento emocional.

Fazer o que gosta não tem haver com o trabalho ideal, mas sim, com o seu perfil, com a sua história de vida, a maneira que você vê o mundo, as coisas que acredita e principalmente aquilo que você não quer.

Existem pessoas, por exemplo, que começaram um negócio pequeno, e hoje o fizeram grande, não somente em busca de ascensão social e financeira, mas pelo desafio, por acreditarem no negócio que construíram e por terem uma alma empreendedora, um exemplo de que quando se faz o que gosta não é trabalho.

Outros que já tem uma formação, um cargo ótimo em sua área de formação mas não encontram satisfação nisso, largam tudo, fazem outra faculdade mudam de profissão e finalmente se encontram em sua melhor fase em equilíbrio com o profissional e emocional.

Tudo reforça a ideia de que é uma questão de perfil. Algumas pessoas tem um melhor rendimento trabalhando em equipe, outras em home office, outras querem ter um negócio próprio, outras em empresas. Profissionais autônomos, que amam de verdade o que fazem, mesmo que não sejam tão reconhecidos pela sociedade.

Veja mais: Trabalho freelancer também exige muita autonomia

Qual seu perfil de atuação profissional

Não é à toa que existem diversas áreas profissionais e modos de atuação de mercado, pois existem perfis que se encaixam em diferentes setores, e se você encontrar o que te faz feliz e realizado, descobrirá que quando se faz o que gosta não é trabalho.

O importante é não se deixar se intimidar por nada nem ninguém. Perceber que errou no meio do caminho não é vergonha, mas uma nova estrada para uma carreira mais feliz e produtiva, fazendo o que ama e o que acredita.

Ter consciência de que o esforço é uma das principais ferramentas para se conquistar o trabalho que almeja é essencial, o amor pelo trabalho desenvolve-se ao longo do tempo, conforme as pessoas moldam a vida profissional de maneira significativa.

Afinal, o trabalho ocupa uma parcela importante da vida de cada um, e é fundamental buscar atividades que dão prazer. Mas tem de ser crítico nas decisões de carreira.

A melhor estratégia é enxergar o trabalho como parte de um plano de vida, que tenha múltiplas fontes de satisfação, além da profissional. Acredite em seus sonhos, persista, realize.

Muitas pessoas preferem trabalhar em casa, como freelancer, veja algumas dicas para adotar esta alternativa neste post de nosso blog: Trabalho freelancer também exige muita autonomia

Mas se você está realmente sem rumo, existem profissionais de coaching que podem direcionar você. Clique aqui e saiba mais, afinal quando se faz o que gosta, não é trabalho, é realização.

E se você está se sentindo desmotivado, confira algumas dicas de nosso blog para mudar essa situação:

We Do Logos

Sobre o autor dessa postagem

Gustavo Mota

Fundador e CEO da We Do Logos, 35 anos, formado em design gráfico, pós-graduado em Marketing pelo IBMEC. Trabalha com internet há 17 anos. Possui larga experiência em soluções online e fundou uma das primeiras plataformas brasileiras de crowdsourcing, a We Do Logos. Apaixonado por empreendedorismo, é professor de inovação e planejamento, é mentor de startups, consultor do Sebrae/RJ, colaborador e palestrante da Endeavor além de mentor e palestrante de diversos eventos em todo Brasil como o Startup Weekend, Semana Global de Empreendedorismo, Semana do Micro Empreendedor e Feira de Empreendedorismo.