como construir uma marca

Como construir uma marca forte para sua empresa

4 agosto, 2015 5:11 pm | Criado por | sem comentários | 2 anos

Para saber como construir uma marca é preciso usar elementos como cores, sons, texturas e memória olfativa. São alguns “ganchos” que podem ser utilizados para ganhar a atenção dos consumidores. Pequenas e médias empresas podem se beneficiar ao investir em uma comunicação assertiva, reconhecendo a importância da marca. Para isso, é necessário conhecer como a mente humana lida com os estímulos apresentados.

Além do apelo causado pela transmissão correta de ideias para o seu público, lembre-se que existem outros fatores que colaboram com a experiência do usuário, tal como uma direção de arte coerente com os valores da empresa e a importância da marca, o branding, a identidade visual e muito mais.

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Veja mais dicas de como construir uma marca aqui: Como criar identidades visuais para marcas de sucesso

Saber como construir uma marca forte não é exclusividade das grandes empresas. Você sabia que cuidado com a imagem do negócio ou do produto pode tornar sua empresa reconhecida e trazer vantagens competitivas? A marca deve comunicar a promessa da empresa ou do produto, seus diferenciais em relação à concorrência e o que a torna especial e único. Mas como transmitir isso tudo pela sua marca?

Estudos comprovam que uma marca forte que transmite confiança agrega mais valor a empresa ou produto, possibilitando até mesmo que o produto seja vendido por um preço mais alto. Além de que, esses fatores são decisivos no momento de atrair clientes, realizar vendas e firmar contratos, confirmando a importância da marca no contexto dos negócios.

Nesta postagem, vamos mostra como construir uma marca com ajuda de tudo isso.

Veja também: Como construir uma marca de sucesso

Como  construir uma marca

Utilizando cores para obter sensações

As cores influenciam diretamente o nosso humor, e embora algumas associações entre sensação e aspectos cromáticos sejam muito pessoais, há convenções que são amplamente utilizadas simplesmente porque dão certo. As cores azul e branca são as mais usadas em produtos de higiene porque transmitem clareza. Já a cor vermelha transmite urgência e instiga a ação, e é uma das mais utilizadas em restaurantes.

Um exemplo é a rede de fastfood Mcdonalds, que atrai milhões de clientes com suas cores, muito compatíveis com a sua filosofia: me note (vermelho), sinta-se instigado (amarelo), mas não demore muito (vermelho). Como a prioridade da rede é servir lanche rápido para muitas pessoas, cores vibrantes são perfeitas para isso.

Com base nessa informação, está na hora de utilizar as cores a favor do seu negócio. A base de atuação será sempre “aquilo que você quer transmitir”. Uma padaria que deseja visibilidade poderia apostar no contraste entre tons claros e escuros em seu logotipo. E essas mesmas cores poderiam compor a sua fachada.

As associações mais aceitas

  • Vermelho: energia e ação;
  • Azul: calma e tranquilidade;
  • Verde: natureza e saúde;
  • Amarelo: brilho e intelecto;
  • Branco: clareza;
  • Preto: introspecção;
  • Violeta: feminilidade e sentimentalismo.

Comunicação com o emocional

Se observarmos as propagandas de carros no Brasil, notamos que muito do que é mostrado diz respeito a aspectos subjetivos envolvidos na compra, como proporcionar bem-estar à família com maior conforto. Seria mais “fácil” ter um demonstrativo das qualidades técnicas do carro, valorizando os seus atributos, mas entende-se que conquistar o emocional do comprador é parte importante de todo o processo.

Existem seis emoções que influenciam no momento da compra: ganância, medo, altruísmo, inveja, orgulho e vergonha. Cada uma delas é responsável por fatores subjetivos que irão tornar a experiência do comprador única e pessoal.

Entenda que explorar essas emoções não significa propriamente causá-las, e sim buscar um aspecto que possa ser utilizado para “atrair”. A sua papelaria pode focar na qualidade do papel para que o cliente tenha orgulho de apresentar o cartão de visitas; a sua loja de cosméticos pode apostar em amostras de aromas para despertar a memória olfativa. A criatividade é válida e necessária nessa hora.

A importância da marca ficará clara neste exemplo: O marca Dove, por exemplo, é só uma das muitas que usam sensações em comerciais. Texturas como tecidos leves fazem o comparativo entre o produto e a sensação proposta. A campanha “Beleza real”, em que mulheres se confrontavam com a autoimagem que tem de si através da comparação do autorretrato criado por elas mesmas e por estranhos, apenas serve para exemplificar que o apelo emocional funciona e muito no marketing.

Comunicação com o grupo

Falar não para um indivíduo, mas para um grupo, é a estratégia utilizada por grande parte das marcas, e acredite, influencia (e muito) na disposição para a compra.

Estamos muito mais inclinados a aceitar sugestões daqueles que pertencem ao nosso grupo social, mais do que isso, sentimos a necessidade de interagir com o grupo ao qual pertencemos constantemente, trocando dicas e experiências, e ao mesmo tempo assimilando atitudes e trejeitos.

Nesse contexto, utilizar as redes sociais é uma estratégia necessária para empresas que estejam começando no mercado, pois essa é maneira mais eficiente de se comunicar com grupos. Além disso, o engajamento gerado por essas mídias é muito forte.

Tenha em mente que se comunicar com um grupo é falar a linguagem dele. A Coca-Cola, por exemplo, utiliza memes, hashtags, vídeos que estão em alta no momento, tudo isso para se comunicar através das redes sociais.

Repetição para gravar a mensagem

É natural, por exemplo, que comerciais de papel higiênico contenham metáforas diferentes para o conceito “macio”, para que passamos a associar a marca àquelas sensações.

A repetição é uma excelente forma de transmitir ideias, entretanto, perceba que elas são adaptadas a cada veículo e mídia.

É possível utilizar o logotipo de sua lanchonete em cores e de maneiras diferentes no perfil do Facebook e em uma camisa, por exemplo. Nas mídias sociais, o slogan da empresa pode ser utilizado com tags para que gere comentários. Explore a mesma mensagem em diversos meios: você pode e deve utilizar estímulos para fazer com que o seu negócio prospere.

Agora que você já sabe a importância das cores e de outros aspectos sensoriais, cadastre já um projeto na We Do Logos e avalie junto aos nossos profissionais para a melhor arte de acordo com a sua marca!

Veja um exemplo de uma empresa que soube como construir uma marca e aplicar em seus materiais de comunicação gerando 80% de aumento nas vendas!

Assista ao case Point do Macarrão:

Branding: como construir uma marca consistente

O branding (ou brand management, em bom português) reforça significativamente a importância da marca. Branding significa gestão de marca (ou brand). Contudo, antes de explicarmos esse conceito, vamos entender o que é marca.

A marca não se resume a sua logo. Ela é todo um conjunto de atributos que se materializam em logo, slogan, identidade visual, entre outros, que representam a essência da empresa ou do produto. A marca é a porta de entrada para a experiência do usuário com o produto ou serviço que, quando bem gerenciada, pode influenciar positivamente na decisão de compra.

A esse processo de gestão e construção da marca com o objetivo de impulsionar o brand equity (ou o valor da marca), damos o nome de branding. O desafio do branding é transformar a marca em referência facilitando o reconhecimento pelo consumidor e atribuindo ao produto ou serviço valores intangíveis como honestidade, segurança ou inovação.

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Quer saber como aplicar os conceitos de branding ao seu negócio? Então siga o nosso roteiro.

Conheça como ninguém o seu público-alvo

Não tem como construir uma marca sem conhecer  seu público. Independente de você estar entrando no mercado agora ou se já está batalhando há algum tempo, uma boa pesquisa sobre o seu público-alvo é fundamental. Você precisa saber quem é o consumidor do seu produto ou serviço – sua idade, o que faz da vida, seus desejos, o que valoriza, do que não gosta, seus hobbies e aspirações. Quanto mais dados e informações tiver em mãos, mais viável se torna o trabalho de branding.

Se você já está no mercado e possui um bom cadastro de clientes, pode usá-lo para coletar informações. Mantenha seu cadastro atualizado, adicionando dados como frequência, momento e opção de compra para entender porque o seu cliente o procura, quando e porquê. Torne um hábito a avaliação pós-compra, seja através de um telefonema ou de um e-mail. Uma pesquisa informal, no momento da interação com o consumidor, também é bastante válida! Converse com seus clientes, pergunte sobre as suas expectativas em relação ao serviço e também sobre suas vidas. Você se surpreenderá ao ver como as pessoas gostam de falar sobre si mesmas.

Para quem está começando e não possui uma base de clientes, a solução pode ser contratar uma empresa para fazer essa pesquisa por você, muitas já retornam na maioria das vezes com um cadastro.

Defina a personalidade da sua marca

De posse de todas as informações possíveis sobre o seu público-alvo, é hora de definir (ou redefinir) o seu posicionamento – ou seja, a personalidade da sua marca. Ao procurar o seu produto ou serviço o que seu consumidor procura? Segurança na resolução de problemas difíceis? Agilidade para o dia a dia? Proteção diante dos imprevistos? Arrojo e inovação para sair da mesmice? Pois é isso que você precisa entregar, valores e benefícios que vão além do logotipo. O local onde o consumidor encontra o produto ou serviço, o acesso, a interação dos vendedores com o cliente, tudo precisa estar em consonância com a expectativa do consumidor.

Quer um exemplo prático? Vamos supor que uma empresa de suporte em informática percebe que seu público-alvo são jovens empreendedores que buscam soluções ágeis para o dia a dia de suas empresas. Nesse caso, todo o tratamento da marca precisa remeter à agilidade, desde a estrutura do website, passando pelas possibilidades de atendimento inicial até a solução de problemas, caso contrário a empresa pode perder seus clientes.

Atenção a cada interação da marca com o consumidor

A importância da marca fica cada vez mais clara, atualmente. Não adianta gastar tempo e dinheiro com pesquisa sobre o seu público-alvo se, ao chegar na loja ou telefonar para o atendimento, o cliente for mal recebido. O contato do consumidor com a sua marca precisa atender a todas as suas expectativas. Se é você quem faz esse atendimento, seja impecável: sempre educado, atenda rapidamente as necessidades e antecipe-se na resolução dos problemas. Se você possui funcionários, invista em treinamentos e mantenha-os motivados: eles são a imagem da sua empresa!

Invista na experiência

Toda a sua loja precisa estar voltada para o objetivo final que é encantar o consumidor. A experiência é uma fator fundamental de como construir uma marca. Cuide da música, da limpeza, dos cheiros, das cores, do atendimento: ofereça uma experiência completa ao seu cliente pois com certeza ele voltará. Toda estratégia de branding quando bem planejada e executada oferecem resultados positivo para sua marca e gera a satisfação dos clientes.

Saiba mais: Como construir uma marca forte em 8 passos

Como construir uma marca forte

Fomos buscar inspiração no site www.saiadolugar.com.br para te trazer este posta sobre a importância da marca em sua empresa.

Como Mauro já comentou no artigo “Qual a diferença entre marca, logotipo, ícone e avatar?”, a marca é o sentimento que uma pessoa tem em relação a uma entidade (empresa, produto, serviço ou outra pessoa). É algo marcado mais pela emoção e paixão do que pela razão e pelos sentidos vitais (como a visão).

E ainda digo mais! Na minha visão, marca é a capacidade que a empresa tem em ser
lembrada pelo cliente no momento em que ele quer comprar. Como provavelmente não é todo dia que seu cliente acorda e pensa “Caramba, como eu preciso comprar esse produto!”, você precisa fazer um trabalho de construção de marca para ser lembrado no dia que essa demanda aparecer.

Ou seja, sua marca é um dos investimentos mais importantes que você pode fazer.

como construir uma marca
Quem não se lembra instantaneamente desses símbolos?

Uma marca forte facilita a escolha do seu cliente

Digamos que você ganhou na mega-sena e está com vontade de comprar um carro de luxo. Ao analisar algumas possibilidades, você vê um carro desconhecido, com características técnicas impressionantes e um preço razoável. Do lado, você pode comprar uma Ferrari. Não é uma escolha muito difícil né?

Pra exemplificar o outro lado, confira essa foto. Veja que o preço é exatamente o mesmo, assim como a quantidade do produto. Pra piorar, o jeitão da embalagem ainda é muito parecido.

Sem o uso de técnicas avançadas como uni-duni-tê e cara ou coroa, fica muito difícil escolher entre as 2 opções. Será que seu cliente não passa por uma situação parecida quando te compara com seus concorrentes?

Marcas fortes geram boca-a-boca a seu favor

Pare um pouquinho e lembre-se da última vez que você falou sobre uma empresa pra um amigo/conhecido/familiar, etc. Com certeza essa recomendação aconteceu por causa de uma propaganda maneira, por alguma história interessante envolvendo um produto ou por ter tido uma experiência bacana com o atendimento que a empresa te forneceu.
Ou seja, a marca era forte o suficiente para você lembrar dela.

Ter uma marca forte não precisa custar caro

Quando pensamos em marca, branding ou outros termos bacanudos do marketing, normalmente o pensamento que vem em seguida é “Ah, mas isso é coisa pra grandes corporações. Eu não tenho tempo/dinheiro/conhecimento/contatos pra focar nisso agora”. Felizmente isso não é verdade.

Te digo isso por um simples fato: a Empreendemia, que hoje tem uma marca conhecida nacionalmente, foi criada por 3 moleques, recém ingressos no mercado de trabalho e sem orçamento pra investir em publicidade. Se nós conseguimos, mesmo sem recursos, você também consegue.

Conclusão

Uma marca forte não se constrói do dia pra noite, mas é um investimento que fará toda a diferença no sucesso de longo prazo da sua empresa. Para isso, saiba muito bem quem é o seu cliente e como você quer que ele enxergue sua empresa. Sua identidade visual é o primeiro passo dessa experiência.
No nosso caso, temos um sócio (Mauro) que é o responsável pela identidade visual e design, mas uma possibilidade bacana é usar serviços como o da We do Logos.
Eles têm acesso a uma comunidade de designers e você pode conseguir desde logos até blogs corporativos por preços bem acessíveis. Vale a pena conferir a lista de produtos que eles oferecem.

Em resumo, quem sabe como construir uma marca forte entende que é preciso reconhecer a importância da marca e perceber que ela vai facilitar a escolha do cliente. Além disso, ela gera um boca a boca muito eficiente e para que tudo isso aconteça não é preciso, necessariamente, custar caro!

Confira: Logo, marca e logotipo: 25 definições para entender tudo

14 dicas de como construir uma marca com a identidade visual

A identidade visual da marca define como o público vai percebê-la no mercado. Sua função principal é mostrar quais são os valores da empresa e como ela quer se posicionar no mercado, destacando a importância da marca.

Por exemplo, se você coloca imagens divertidas que mostram o dia-a-dia da sua empresa, você transmite que o bem-estar dos seus funcionários é importante. Se posta imagens da natureza ou frases inspiradoras podemos entender que valoriza o encorajamento e motivação.

Você pode, e deve, usar imagens para sugerir ideias abstratas. Ao ver a marca, as cores, o tamanho do texto e o design, estes aspectos irão mostrar ao cliente como ele deve se sentir em relação a ela. É por isso que a identidade visual é tão importante. Se ela não combina com os valores que tem, isso pode desapontar, confundir o seu cliente.

A boa notícia é que construir uma identidade visual forte é mais fácil do que parece. Portanto, isso vai te ajudar muito a entender como construir uma marca. Dê uma olhda em nossas dicas e saiba tudo sobre o assunto.

1. Faça pesquisa de mercado 

Não tem como construir uma marca sem pesquisas! Quando falamos em pesquisa, não significa uma pesquisa extensa com milhares de pessoas. Converse com 50 ou 100 pessoas que você identifique como público-alvo. Ao identificar as tendências e as preferências desses consumidores, a empresa pode gerenciar sua imagem de forma ativa. Por exemplo, em eventuais mudanças no mercado, quem estiver atualizado em relação às novidades estará um passo à frente da concorrência. Essa pesquisa deve ser feita pela própria empresa, que pode utilizar redes sociais, aplicativos específicos, grupos de discussão com consumidores, estudos prévios e até a lista de e-mail. O importante é dialogar com pessoas para as quais o produto ou serviço seja relevante e entender o que é importante para eles.

2. Defina estratégia, posicionamento e atributos

A estratégia envolve o registro de crenças, valores e visão de futuro da empresa. Defina o que a empresa ou o produto é hoje e o que gostaria de ser, como quer ser percebido e qual será o caminho para chegar na sua visão.  O posicionamento deve ser o resumo da promessa do produto ou do serviço, deve deixar claro o que a empresa faz e quem é o seu público. Escolha algumas palavras que definam sua empresa, seu posicionamento e aplique-as em todo seu material de comunicação, por exemplo, o refrigerante Kuat é uma marca voltada para jovens, sua linguagem desde posts no Facebook e propagandas são muito descontraídos, irreverentes, sempre procurando falar a mesma língua que seus maiores consumidores: jovens adolescentes. E também temos os atributos, que são características que o empreendedor deve listar. Muitos atributos podem ser percebidos também no dono do negócio, pois eles acabam transparecendo em suas atividades na empresa. Existem os atributos qualificadores, que são obrigatórios para que uma empresa permaneça no mercado, como ética e confiabilidade; e os atributos diferenciais, que permitem se diferenciar da concorrência.

3. Desenvolva a identidade

Como construir uma marca sem identidade? Já falamos isso por aqui, mas reforçamos! Mesmo depois de definida, a marca não deve ser aplicada de forma inconsciente nos materiais da empresa, a identidade verbal e visual precisam ser desenvolvidas. Mas qual a diferença? Identidade verbal é a mensagem que vai orientar o discurso da empresa, seja no atendimento ou na publicidade. Ela precisa ser organizada, com mensagens-chave para cada público – clientes, funcionários, fornecedores e assim por diante. Já a identidade visual é o carro-chefe da marca, o que chamamos comumente de Logo. Envolve linguagem, tipografia, cores, estilo, grafismos, etc. Ela deve ser exclusiva, a ponto de qualquer pessoa identificar um material da empresa, mesmo que a marca não esteja totalmente exposta.

4. Aproveite as possibilidades baratas de marketing

Blogs são uma excelente manira de como construir uma marca: são uma forma de o público interagir com a empresa e uma ótima plataforma para disseminar seus valores e transmitir seus diferenciais. Escreva sobre o que você sabe, se o seu negócio é um restaurante, nada mais justo do que falar sobre receitas exclusivas, dicas de harmonização de comida, entre outros.

  • Publicações locais: O ideal seria a contratação de jornalistas freelancers ou de uma assessoria de imprensa para chegar a veículos de comunicação que cubram a localidade onde a empresa está baseada. Mas dependendo da cidade, você mesmo pode entrar em contato com os jornais e contatar jornalistas. Lembre-se que para virar notícia você deve ter um diferencial que seja interessante para  público geral, senão vira publicidade né?
  • Fidelidade e depoimentos: como o boca a boca é gratuito e será sempre uma das ferramentas mais poderosas de marketing, a empresa pode criar programas de fidelidade como estratégia e também publicar o depoimento dos clientes satisfeitos em sua comunicação (redes sociais, posts em blogs, etc)

Fonte: Pequenas Empresas e Grande Negócios/Economia Uol

5. Quem é seu cliente?

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Definir o seu público-alvo é o primeiro passo para construir uma identidade visual de sucesso. Se você não sabe ao certo com quem você quer se comunicar, você não vai saber o que comunicar. Defina especificamente a idade, sexo, localização, renda, estado civil, ocupação e nível social do seu cliente. Se houver dificuldade em definir o público, uma dica é analisar como os clientes da concorrência se comportam nas redes sociais. É possível descobrir muito sobre esse público analisando as perguntas que eles fazem e os posts que eles costumam curtir/compartilhar.

6. Qual é a sua personalidade?

Uma vez que você compreender seu público-alvo e o que você pode oferecer a ele, é importante definir como transmitir os valores da marca. É fundamental usar referências visuais que condiz a proposta da marca. A escolha das imagens, filtros das fotos e paletas de cores definem esse tom que é responsável por transmitir a personalidade. Não tem como cosntyruir uma marca sem personalidade…

7. Sua marca é simples?

A identidade visual não precisa- e não deve- ser complicada. Quando ela tem muitos elementos você corre o risco de confundir o cliente. Defina os elementos que são importantes para transmitir os valores da marca e mantenha somente esses.

8. Sua marca é consistente?

É importante que o estilo visual da marca seja consistente em todas as peças em que for aplicado. Tanto o site quanto as demais peças gráficas- como cartão de visitas e papelaria. Isso significa usar os mesmos filtros, tamanho e a mesma tipografia em todas as plataformas visuais. Isso cria coesão, que vai ser percebida onde a marca seja aplicada.

9. Sua marca é fácil de entender?

Sua história visual não deve ser complexa e difícil de compreender. A identidade deve fazer sentido com a marca, sua história e valores. A regra é simples: “menos é mais”.

10. Você se confunde com o logo?

Sua marca não é o logo. Apesar do logo ser um dos elementos mais importantes, ele não tem um significado intrínseco sozinho. Eventualmente, ao desenvolver a identidade da marca, o público irá associar a marca ao logo, e transferir suas percepções acerca da marca para ele. Mas isso não significa que você não deve se preocupar com o logo. No entanto, se esforce para mantê-lo simples, e deixe que as cores combinem com a mensagem que a marca quer transmitir.

11. Você está usando a tipografia certa?

A tipografia ajuda a marca a definir seu tom. É possível perceber muito sobre uma marca baseado na escolha dela. As fontes devem combinar com o logo e com o público-alvo. Por exemplo, fontes clássicas geralmente possuem serifa e por serem mais rebuscadas não são recomendadas para uso online; fontes neutras não possuem serifa e transmitem clareza e organização. Além dessas, também são utilizadas fontes caligráficas, que transmitem tradição e elegância.

12. Você está usando as cores certas?

As cores são tudo quando se fala em identidade visual. Existe uma associação psicológica para cor que pode ser observada durante a construção da marca. Por exemplo, o azul é associado à confiança e é muito usado por bancos. Já o vermelho é passional e irreverente, e junto a suas cores análogas- amarelo e laranja- é usado para chamar atenção. O verde é sustentável e fresco, pode simbolizar crescimento e o preto é autoritário, além de ser uma cor sofisticada que funciona muito bem para marcas já consolidadas no mercado.

Normalmente, recomenda-se o uso de no máximo duas cores para o logo e aplicações visuais da marca. Se você usar fotos nas redes sociais, provavelmente elas vão usar mais cores, mas é possível criar consistência usando os mesmos filtros nas fotos. Encontrar a paleta cromática ideal ajuda a harmonizar toda a identidade visual da marca.

13. Você já considerou usar preto e branco?

Independentemente da cor escolhida para a marca, você deve sempre considerar se ela funciona em preto e branco. Se não funcionar é provável que não seja a melhor escolha. Pense em como a marca deve aparecer em uma nota fiscal. Ela ainda é legível? Se sim, isso é um bom sinal.

14. Você unificou seu time em torno da identidade visual?

Ok, já falamos muito sobre identidade visual. Mas agora estamos falando em divulgar internamente todas s regras de aplicação da marca! Não tem como construir uma marca sem que todos saibam disso corretamente. Mesmo que seu time consista em um pequeno grupo, nunca é cedo demais para definir a identidade visual e ter certeza de que todos compreendem como melhor aplicá-la. Para facilitar, você pode criar templates e definir uma biblioteca de referências que devem ser compartilhados com aqueles que irão contribuir para a construção da marca.

Veja: Tudo sobre como construir uma marca: criação, registro, divulgação e visibilidade

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Se sua empresa precisa de uma logomarca ou de outros materiais de comunicação, pode contar com a We Do Logos, a maior plataforma de criação da América Latina. Você pede seu material já dizendo o prazo e o preço e rapidamente recebe diversas opções para pedir quantas alterações quiser!

Saiba mais: Como funciona a We Do Logos

We Do Logos

Sobre o autor dessa postagem

Gustavo Mota

Fundador e CEO da We Do Logos, 35 anos, formado em design gráfico, pós-graduado em Marketing pelo IBMEC. Trabalha com internet há 17 anos. Possui larga experiência em soluções online e fundou uma das primeiras plataformas brasileiras de crowdsourcing, a We Do Logos. Apaixonado por empreendedorismo, é professor de inovação e planejamento, é mentor de startups, consultor do Sebrae/RJ, colaborador e palestrante da Endeavor além de mentor e palestrante de diversos eventos em todo Brasil como o Startup Weekend, Semana Global de Empreendedorismo, Semana do Micro Empreendedor e Feira de Empreendedorismo.