5 marcas que sobrevivem a gerações e gerações

Maizena


A Maizena chegou ao Brasil em 1874, importada da Corn Products Company (CPC) – EUA, mas começou a ser fabricada aqui em 1930, com a abertura da Refinação de Milho Brasil, subsidiária da CPC, em São Paulo.
Antes o produto era conhecido somente para a alimentação infantil. Porém a partir de 1970 as propagandas começaram a ampliar as utilidades do produto com a divulgação de receitas de pratos salgados.
O grupo norte-americano Bestfoods, que na época controlava a Refinações de Milho Brasil, foi incorporado pela Unilever em 2000 e a Maisena passou a fazer parte da companhia. Hoje a linha Maizena já engloba desde sobremesas até barras de cereal.

Granado


Uma das fornecedoras de produtos farmacêuticos para a família real, a Granado foi fundada em 1870 no Rio de Janeiro. Após muitos anos, em 2007, a empresa começou a se reposicionar no mercado. Mudou a identidade visual do logo e embalagens, criou kits e produtos mais sofisticados, fez parceria com hotéis 5 estrelas para conquistar um público mais sofisticado e abriu lojas abriu lojas em bairros renomados de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Minancora


A Minancora já possui quase 100 anos e a única mudança que passou foi em 1992, quando substituiu a embalagem de metal pela de plástico. A fórmula é a mesma! A primeira sede da empresa foi construída em 1929, em Joinville (SC).
Hoje, a linha Minancora ampliou seus produtos e já conta com creme desodorante para pés, antritranspirantes, esponjas para limpeza facial e pomada para uso infantil. Seu nome é a mistura de “Minerva”, a deusa grega da sabedoria, e âncora, palavra que se referia à escolha do farmacêutico português Eduardo Augusto Gonçalves, o criador da fórmula, em permanecer morando em solo brasileiro.

Leite de Rosas

O leite de Rosas surgiu em 1929 e já na década de 30 fez dos patrocínios uma forte ferramenta de marketing. A marca foi exposta em grandes eventos e contou com celebridades do rádio e da TV para a divulgação. Duas das artistas que fizeram parte das campanhas foi Carmem Miranda e sua irmã, Aurora.
Antes de vidro, na década de 60 a embalagem passa a ser de plástico e na cor branca, com texto em rosa. Logo depois, o jogo de cores é invertido o visual ganha destaque no desenho das palmeiras. Na década de 80 a marca rejuvenesce e é direcionada, também, para classes de menor poder aquisitivo e atinge uma parcela maior da população.

Leite Moça


O leite condensado, importado dos Estados Unidos desde 1890, antes vinha com o rótulo em inglês “Milkmaid”. Mas como não era fácil pronunciar, os consumidores pediam pelo produto como “leite da moça”, em referência ao desenho da camponesa que ilustrava as embalagens.
Quando a primeira fábrica da Nestlé foi inaugurada no Brasil, em Araras (SP), a moça da embalagem já era tão conhecida que o leite condensado, agora produzido no país, passou a estampar no rótulo “Leite Condensado Marca Moça”.
Ao longo do tempo as embalagens sofreram alterações, mas a imagem da camponesa manteve-se. Em 2003, a personagem ganhou traços modernos, sorriso, tom de pele e cabelo. A fonte também foi redesenhada, para acompanhar a imagem.

(via)

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