Neuromarketing – ciência para entender a mente consumidor

O neuromarketing surgiu no final da década de 90, porém só neste século passou a ganhar mais atenção. O método utiliza aparelhos de ressonância a fim de aprimorar estratégias de marketing e entender melhor o inconsciente do consumidor e sua reação aos estímulos que uma marca produz.

Diferente das tradicionais pesquisas de opinião o neuromarketing é baseado em estímulos cerebrais. Um exemplo é uma pesquisa científica publicada no jornal acadêmico Neuron, da Baylor College of Medicine, em Houston, Texas. Voluntários experimentaram os refrigerantes Pepsi e Coca-Cola, em um dos testes os participantes não sabiam qual era o refrigerante que estava tomando.

Quando perguntados qual dos dois refrigerantes era melhor, metade respondeu Pepsi. Nesse caso, a ressonância detectou um estímulo na área do cérebro relacionada a recompensas. Mas quando elas tinham conhecimento sobre a marca, esse número caiu para 25%, e áreas relativas ao poder cognitivo e à memória agora estavam sendo usadas.

Isso indica que os consumidores estavam pensando na marca, em suas lembrança e impressões sobre ela. O resultado leva a crer que a preferência estava relacionada com a identificação da marca e não com o sabor do produto.

O neuromarketing é uma ferramenta que pode ser usada para mapear o que causou a sensação de agrado ou rejeição por parte do consumidor. Através dessas pesquisas a campanha de marketing pode trabalhar, por exemplo, em cima dos elementos que manifestem a sensação de agrado ao consumidor e eliminar os que causem rejeição, tornado-se aliada na hora de lidar com a concorrência.

Fonte: mundodomarketing

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