Copa de 2014 aquece oportunidades de empreendimentos esportivos

Estudo realizado pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostrou boas oportunidades para micro e pequenas empresas que desejam investir no segmento esportivo durante a Copa de 2014. A venda de artigos recreativos e esportivos, tanto para torcedores quanto para desportistas estarão aquecidas, já que estimasse a visita de pelo menos 600 mil.

 

Esse número de turistas deve movimentar cerca de R$ 180 milhões, e existem lugares que a venda desse tipo de artigo ainda é baixa, o que aumenta a chance de quem deseja entrar no ramo prosperar. De acordo com a pesquisa, em certos lugares a densidade é de 0,75, ou seja, menos de um estabelecimento por localidade. Natal, por exemplo, é um dos lugares que a poucos estabelecimentos nesse ramo.

 

“Teoricamente, quanto menor que um for a densidade, maior é a possibilidade de o empreendedor ter mais sucesso. Mas, na prática, há outros fatores que precisam ser levados em conta na hora de abrir um negócio com esse foco”, alerta o gestor do Programa Sebrae na Copa no Rio Grande do Norte, Célio Vieira, e acrescenta: “Encontrar diferenciais de mercado é uma forma de se destacar e, no comércio varejista, agregar serviços pode ser uma saída”.
Mas não é tão simples como parece. Que deseja entrar nesse negócio deve estar atento as dificuldades que existem e se informar bem para montar um planejamento eficiente. Prazos para o evento, conhecer o perfil do público-alvo e garantir a sustentabilidade do negócio, já que o evento é passageiro. Deve-se ter foco e saber se há pretensão de continuar com o empreendimento após o evento.
O diretor conta que, apesar de promissora, é necessário atenção nessa área. “De olho nesse filão, muitos empresários estão se voltando para esse comércio. Mas, para entrar e tirar proveito, é preciso obter conhecimento e aprender com as empresas que já atuam nesse ramo. Não basta apenas aproveitar oportunidade. É necessário ter sustentabilidade para que o negócio possa se perpetuar”, diz Luís Idelfonso Silva.

 

Fonte: Agência Sebrae