Top Designer – Alessandro Souza

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Nome: Alessandro Souza

Cidade: Aracaju

Estado: Sergipe

Apelido no WDL: Alessandro Souza

Projetos: 277

Vitórias: 22

Resuma-se em uma frase: “Criar é sonhar e crer no inesperado.”

 

We do Logos – Como você começou no design?

Alessandro Souza. O design em sí não foi meu primeiro foco para entrar na área. Quando tinha 7 anos, gostava muito de desenhar, então fui fazendo cursos de desenho por assinatura e desenvolvendo habilidades diferenciadas para a criação dos mesmos. Aos 12 anos comecei a trabalhar com comunicação visual na política, e até então não sabia nem o que era design gráfico, pois o que eu queria mesmo era trabalhar com artes. Foi quando, aos 17 anos, ingressei na Universidade, no curso Design Gráfico e comecei a direcionar meu foco.
Descobri que o design me dava à liberdade de criar, porém só no 4º período fui conhecendo melhor o curso e as áreas em que poderia atuar. Assim fiz cursos de vários softwares, participei de várias palestras e estagiei durante esse processo. Formei-me e há três anos trabalho em um escritório de design em Aracaju realizando trabalhos como criação de logos, embalagens e campanhas publicitárias, por exemplo. Fora isso, tenho meus freelancers onde tenho mais liberdade de projetar ambientes, decoração e ilustração, que é o que gosto de fazer e no escritório fico preso as formalidades do mercado de trabalho.

 

 

WDL – Onde você busca inspiração?

AS. Nem sempre as ótimas idéias surgem do nada. Designers que precisam desenvolver projetos diferenciados têm que ter referências e inspiração para inovar, diversificar o seu portfólio e atender as demandas para cada tipo de cliente. Se isso não acontecer, os trabalhos e elementos usados vão se repetindo e isso não é interessante para meu crescimento, muito menos para o cliente. Assim, busco inspiração em revistas especificas da área de design, assisto muito televisão para estar por dentro das novas tendências e tento observar trabalhos que tem um design diferenciado para dar embasamento. Ou seja, tento ser um bom observador para aguçar minha criatividade.

 

 

WDL – O que levou você ao We do Logos?

AS.  Quando eu me formei tentei abrir uma agência com dois colegas, mas não deu certo. Então veio a frustração da profissão no estado em que moro “SERGIPE”, fiquei desmotivado pela falta de respeito e ética com a profissão. Mas logo fui trabalhar num escritório de design por indicação de um amigo. Lá trabalhei com o Rafael Olívio, uns dos concorrentes no we do logos, e ele disse que estava acontecendo uma disputa de trabalhos criativos e que, além de ganhar um bom dinheiro, agregava valor para nossa área. Então comecei a desenvolver alguns trabalhos e logo veio o resultado. Hoje agradeço a We do Logos pela motivação que tem me dado em está trabalhando firme na profissão e conhecendo uma diversidade de clientes.

 

 

WDL – O Que os designers devem fazer para ter sucesso no We do Logos?

AS.  Buscar sempre está inovando nos trabalhos, ser rápido com as solicitações dos clientes, se comprometer com o projeto que pegar para desenvolver, não pegar muitos projetos ao mesmo tempo e não mostrar interesse, ter foco, está sempre conversando com o cliente e buscando atender sua necessidade, entender bem o briefing, não entrar em conflito com outros concorrentes, pois isso pode tirar a atenção do projeto, colocar você fora da disputa e ser punido. Buscar projetos que domine melhor, não utilizar vetores públicos e sempre inovar em tipografias, formas, cores e conceitos.

 

WDL – O que você mais gosta em ser designer?

AS. Gosto do leque de variedades nas áreas em que o profissional pode atuar, além do poder fascinante em se comunicar através da imagem. Resolver problemas e situações gráficas, criar o inesperado, sonhar e saber que o projeto que desenvolvi conseguiu chegar ao patamar e sucesso esperado pelo cliente.

 

WDL – Quais são os 5 projetos criados por você no We do Logos que o resultado mais lhe agradou?

AS. Os projetos que mais gosto e que tem mais personalidade foram: Chantilly Café, Tendência, Cloick, Brink e Trok e Editora Terra Molhada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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