TUDO o que você precisava saber sobre ROI em design e tinha vergonha de perguntar!

Como você faz para descobrir se algo está realmente funcionando? Bem, com tudo que é físico e palpável isso costuma ser mais simples de se observar. Se você liga o interruptor, por exemplo, e a luz acende, é porque ela está funcionando. Girou a maçaneta e a porta abriu: voilá! Mas e quando lidamos com algo subjetivo, imaterial? Aí já é necessário observação. Observação de resultados, de números e de um histórico. Características presentes no ROI, um termo bastante usado para medir o retorno de um investimento financeiro.

Oriundo do inglês “return on investment” (retorno do investimento), o ROI é assim mesmo como diz o nome: a observação do lucro ou do prejuízo obtido depois de um determinado investimento. E esse investimento pode ser desde uma melhoria em instalações de trabalho, a compra de novos servidores para hospedar uma loja comercial ou, como é o nosso caso, no design usado por uma determinada empresa.

Será que as suas vendas aumentaram depois que você mudou a sua marca? Será que as pessoas estão consumindo mais o seu produto depois que houve uma mudança na embalagem? E aquele site, está convertendo mais depois de passar por um redesign? Tudo isso pode ser confirmado através do ROI.

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Agora, como fazer para calcular esse retorno de investimento é outra história. Mas não se preocupe porque é sobre isso que vamos falar logo em seguida. Acompanhe!

Como calcular o ROI?

Como já falamos, o ROI é baseado num cálculo que parece ser relativamente simples: lucro – investimento. No entanto, quando olhamos mais de perto, essa conta começa a depender de uma série de outros fatores, como o tempo de retorno do tal investimento.

Vamos dar um exemplo bastante simples por aqui para facilitar o entendimento: vamos supor que você lance por 24 horas um banner promocional no Google indicando a compra de um produto no seu e-commerce. Se no final das 24 horas você tiver gasto R$ 100 com o anúncio e tiver realizado uma venda no valor de R$ 180 através dele, então o seu cálculo seria: (180 – 100)/100 = 0,8. Ou seja, o seu retorno do investimento foi de 80% com aquele anúncio, um bom número, diga-se de passagem — mas lembre-se de que ainda deverá abater os descontos de impostos, valores de transação, etc.

Agora, se em vez de 1 dia esse anúncio ficar no ar por 1 mês, é preciso também descontar do resultado final os juros daquele período, afinal, eles refletirão no preço do que foi vendido e gasto pela sua empresa naquele tempo.

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Bom, está tudo indo bem até agora, pois com a internet isso tudo funciona direitinho — e vamos falar mais um pouco sobre o ROI na web daqui a pouco — mas como descobrir o retorno do design com produtos offline como embalagens, anúncios em revista e identidades visuais?

É isso que nós vamos aprender agora.

ROI do design na Indústria

Quando falamos de retorno de investimento com design na indústria, não estamos falando apenas daquela ponta que liga o produto com o consumidor. Às vezes, esse retorno pode vir com uma melhor forma de estocagem fazendo com que a empresa tenha menos acidentes e menos desperdício — pense, por exemplo, em como a indústria de laticínios ganhou com a chegada das embalagens Tetra Pak ao mercado, que vieram substituir os frágeis e menos resistentes modelos de plástico — ou até um tipo de desenho de peças que reduza a manutenção por parte do fabricante, como pode ocorrer com montadoras de veículos.

Um dos mais importantes tipos de ROI que pode ser observado com o design na indústria, inclusive, é o das embalagens. Elas podem desde chamar mais a atenção dos clientes nos supermercados até criar uma melhor identidade do produto com a publicidade realizada nos meios de comunicação, aumentando as possibilidades de venda. Nesse caso, basta observar se após a adoção desse design houve algum tipo de melhora nos lucros diretos.

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ROI do design na estratégia de negócios

Na estratégia de negócios, o design pode trazer um bom retorno de investimento ao comunicar uma nova mensagem para o público-alvo, ao colaborar com a publicidade de um produto ou até mesmo com o rebranding de uma marca que deseja se reposicionar no mercado ou adotar um novo modelo de vendas.

Além disso, nem é preciso dizer que o design é um diferencial competitivo no mercado. Empresas que adotam um bom trabalho de design, tanto nos produtos como em sua marca (aqui sendo aliado ao branding), podem fazer com que seu nome fique gravado por um bom tempo na mente das pessoas, convertendo essa imagem em vendas.

A Mumu — uma conhecida marca de leites da região Sul que nós já falamos sobre em outro post do blog —, por exemplo, usava um tipo de design bastante simples e básico em suas embalagens até apostar num redesign que deu mais vida ao seu produto e entregou melhor a mensagem. O que aconteceu depois disso? A empresa registrou um gigantesco aumento de vendas, responsável por fazer com que a marca saísse de 1% de participação de mercado para 17%.

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Veja mais sobre este case aqui!

Vale lembrar também que na estratégia de negócios o design pode ser aplicado juntamente com a publicidade, em peças impressas em jornais e revistas, em anúncios para a TV ou como ferramenta de marketing, na atualização da decoração de lojas e até em uma nova identidade visual para a marca.

ROI do design na internet

Extremamente fácil de ser contabilizado, o ROI do design direcionado à web pode ser acompanhado e medido por meio de diversas ferramentas (sendo muitas delas gratuitas). No caso de anúncios em redes sociais, por exemplo, pode ser feito um teste A/B, com dois tipos de artes diferentes para compreender qual delas traz o melhor resultado para a empresa. Um tipo de teste que também serve para medir o melhor resultado com banners e anúncios no Google.

Já quando o assunto é o design de algum site, blog, e-commerce ou portal, o retorno do investimento pode ser medido através de ferramentas como o Google Analytics, que pode informar se a página está recebendo mais acessos, se os usuários estão ficando mais tempo por ali e se mais compras estão sendo concretizadas depois da adoção de um novo visual.

A Casa Mineira Imóveis, por exemplo, percebia que em seu layout anterior, recheado de banners promocionais e indicações de aluguel e venda, as pessoas acabavam se distraindo da busca principal e clicando em outros lugares do site, diminuindo ainda mais a chance de conversão. No entanto, depois de colocar em prática um novo design em paralelo com o antigo — em um teste A/B —, notou-se que quem acessava o endereço atualizado, com uma barra de buscas mais presente, não apenas passava mais tempo no site como também tinha mais chances de pedir uma proposta por e-mail ou telefone.

Um dos benefícios do uso de ferramentas como o Google Analytics e o Hotjar — que mapeia por onde o visitante passou com o mouse naquela página — é que o empreendedor pode adotar soluções praticamente em tempo real para possíveis problemas com o design. Por exemplo: dá para saber os clientes estão encontrando o que procuram num e-commerce mas não estão achando o botão de compra corretamente ou se estão se perdendo com outras informações na tela.

Agora, independentemente do seu negócio ser on ou offline, o investimento em design só pode trazer bons resultados para a sua empresa. E para confirmar essa ideia, vamos dar aqui alguns exemplos para você conferir.

3 empresas para você se inspirar

Quando falamos de design como ferramenta de marketing não estamos falando apenas de cartazes bonitos em anúncios de revistas, mas das maneiras com que o público pode interagir com seu produto, compartilhar suas experiências com ele e até mesmo resolver alguns problemas com a ajuda da sua marca. Pontos que, não por acaso, foram usados por alguns dos grandes nomes do mercado para fazer sucesso, como esses que abordaremos agora.

GoPro

Famosa no meio dos praticantes de esportes radicais, as pequenas câmeras da GoPro tomaram a internet de assalto nos últimos 4 anos. Criada pelo norte-americano Nick Woodman ainda em 2002, a empresa sempre está em busca de criar produtos voltados para o público de esportes como surf, escalada e moutain bike. No entanto, apenas em 2011, quando a GoPro começou a utilizar o codec de vídeo CineForm 444 — o mesmo usado pela equipe do filme “Quem quer ser um milionário?” — é que suas funções puderam chegar a um patamar que fosse mais interessante para o público em geral.

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Com esse codec aplicado ao seu sistema, era possível, mesmo com um produto extremamente compacto, alcançar o mesmo padrão de qualidade de filmagens de câmeras mais robustas e profissionais. E esse foi apenas o primeiro passo para que a empresa começasse a apostar ainda mais no design de seus aparelhos para alavancar as vendas.

Sempre de olho em como deixar a experiência de seus usuários ainda melhor, a GoPro constantemente aperfeiçoa seus dispositivos, deixando-os cada vez mais leves, menores e com mais funções — as primeiras câmeras, por exemplo, não vinham com uma tela que mostrasse aquilo que estava sendo filmado, e hoje já há um dispositivo onde você pode anexar para visualizar em tempo real seus vídeos e fotos.

Além disso, o design dessas câmeras aos poucos foi sendo pensado para facilitar a maneira com que os clientes compartilham seus vídeos nas redes sociais — não por acaso, as últimas versões da GoPro já vêm com Wi-Fi. Algo que se mostrou ser muito importante até para o marketing da empresa, uma vez que são os vídeos criados pelos usuários, e disponibilizados em sites como o YouTube, os maiores motores de venda da marca.

Coca-Cola

Acostumada a relacionar a sua marca com o sentimento de alegria — e em dias mais quentes essa relação faz total sentido —, a Coca-Cola sempre colocou o design do seu produto como uma das grandes ferramentas de marketing da empresa.

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Um de seus primeiros movimentos envolvendo o design ocorreu há mais de 90 anos, em 1923, quando a Coca resolveu padronizar seu famoso logotipo com fontes cursivas — que desde então nunca foi trocado. Essa fixação da marca ao longo de décadas foi bastante importante para que os consumidores de qualquer idade e de qualquer lugar do mundo pudessem entender e reconhecer o produto em todos os lugares.

Veja também: Em edição especial, Coca-Cola apresenta suas garrafas antigas

Outro movimento interessante envolvendo o design aconteceu um pouco antes disso, em 1916, quando um dos diretores da Coca-Cola resolveu fazer um concurso nacional em busca de um novo design para a embalagem do refrigerante. Dentre centenas de projetos encaminhados, o grande vencedor foi o desenho sugerido por Earl Dean, um sujeito que buscou inspiração na casca do Cacau para criar os contornos da garrafa. Hoje, essa garrafa, assim como o logo, é uma das marcas registradas da empresa.

Nike

Não é nada difícil encontrar a marca da Nike estampada no uniforme de um esportista — independentemente de qual esporte for. No entanto, segundo Mark Parker, CEO da empresa, para a Nike é muito importante usar o design na estratégia da marca para que qualquer pessoa, até mesmo aquelas mais sedentárias, possa acreditar que ela é capaz de vencer seus desafios com aquele calçado.

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Não por acaso, toda a identidade adotada em seus comerciais e suas mensagens tentam passar essa ideia para o público, de que ele pode se tornar um atleta, ainda que momentaneamente. Essa foi a ideia, por exemplo, do vídeo da campanha Nike: Last, uma das últimas (e mais bem recebidas) da empresa.

Claro que observar todos esses casos mostra um pouco sobre a importância que o design teve para o sucesso de grandes marcas que conhecemos, no entanto, a importância dele vai muito além disso, podendo também, como mostram alguns estudos, não apenas gerar lucros significativos para as empresas como apontar um novo caminho a ser seguido.

Pesquisas de mercado que comprovem a importância do design

Durante este artigo nós falamos várias vezes sobre a importância do design nos negócios, mas vale sempre lembrar que o design não pode ser visto como uma área separada, distante de outras como a tecnologia e o planejamento. Aliás, essa é a grande dica que alguns estudiosos têm apontado através dessas pesquisas que vamos comentar logo a seguir.

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O design nunca foi tão importante como agora para os projetos digitais

No começo de 2015, o professor do MIT e executivo do Vale do Silício, John Maeda, fez uma apresentação no renomado SXSW falando sobre a importância do design dentro da tecnologia nos dias de hoje. Apresentando diversos dados durante a sua palestra no evento, Maeda entregou algumas informações bastante interessantes para o público. Uma delas fala sobre a evolução da forma de se pensar nas empresas de tecnologia.

Se antes a solução para resolver algum problema em projetos digitais era aplicar mais tecnologia a eles — aumentando a sua complexidade —, agora o design tem sido cada vez mais usado para isso, indicando como reduzir o gasto com funções desnecessárias e como deixar o usuário ainda mais satisfeito com aquele item. Exatamente por isso o professor ainda diz que “as empresas de tecnologia e investidores estão percebendo cada vez mais o valor dos designers que sabem como trabalhar com e dentro dos limites da indústria de tecnologia”.

A importância de observar esses projetos de tecnologia com um olhar de designer é tão grande que, ainda segundo Maeda, “20% dos principais empreendimentos digitais que buscaram apoio financeiro e conseguiram seu capital têm designers como fundadores do projeto”. Um número bastante surpreendente e que aponta a importância até mesmo para os grandes investidores em ver um cuidado com o design nos projetos apresentados a eles.

O valor do design no mercado

Em uma pesquisa realizada pelo conselho de design do Reino Unido, podemos ver uma série de outros dados que mostram o peso do design dentro do mercado. Segundo a pesquisa, nas empresas onde o design é parte integrante das operações, mais de três quartos disseram ter visto um aumento da sua competitividade e do volume de negócios por causa do design. Além disso, de acordo com esse relatório, empresas que têm o design inserido dentro do seu planejamento de marketing apresentam resultados até 200% superiores do que aquelas que não o têm.

Outro ponto importante aqui mostra que quase metade de todas as empresas do Reino Unido acredita que, ao longo da última década, o design tornou-se mais importante para ajudá-los a manter uma vantagem competitiva no mercado. De acordo com a instituição responsável pela coleta desses dados, para encontrar essas informações eles tiveram que criar modelos estatísticos que isolassem os resultados vindos de outras ações, como investimento nos negócios e dados da economia local. Dessa forma, foi possível ver apenas o efeito do design no negócio de tipos de empresas diferentes.

Por fim, a pesquisa ainda mostra um dado bem interessante, que, inclusive, tem a ver com o ROI: de acordo com alguns entrevistados, o investimento de 100 euros em design pode trazer um retorno de 225 euros para os negócios. Algo que, segundo eles, ajuda tanto no óbvio desempenho da empresa como em sua competitividade.

A importância do design no Brasil

Além da competitividade no mercado, o design tem sido bem visto pela indústria nacional por também trazer soluções sustentáveis para a produção do país, pelo menos é isso que foi debatido e estudado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com a CNI, “36% das empresas já trabalham em projetos de ecodesign. Além disso, 47% das empresas atuam levando em conta o conceito de ciclo de vida de produtos (desde seu desenvolvimento até o destino final)”. E isso sem contar no valor que esse tipo de decisão pode agregar ao branding da empresa.

A empresa catarinense Meu móvel de madeira, por exemplo, chegou a ver um crescimento de 66% em suas vendas ao desenvolver e vender pela internet apenas produtos com qualidade e feitos com madeira nacional de florestas plantadas.

Outro dado interessante sobre o design no Brasil pode ser visto no relatório do Centro Brasil Design. Segundo eles, “o design tem demonstrado ser essencial no meio empresarial em consequência do aumento da competitividade mundial, o que o torna uma forte vantagem, não pela simples adição da estética, mas pela capacidade de desenvolvimento e implementação de projetos complexos”. Algo que apontamos bastante ao longo desse artigo e que, como você pode ver, tem sido observado também em vários outros lugares.

Agora, já que falamos da importância do design aqui no país, que tal conferir alguns cases importantes produzidos dentro do Brasil?

Cases reais

Falar da Nike, Apple e Coca-Cola é fácil, mas será que existem cases de peso dentro do Brasil? Será que as marcas daqui também já se deram bem ao enxergar a importância do design em suas estratégias de marketing?

Como você vai conferir logo a seguir, sim, temos grandes nomes que se saíram bem ao perceber a importância do design para os seus negócios!

Point do Macarrão

Felipe e Thiago

Criado no bairro do Bonsucesso, na cidade do Rio de Janeiro, o Point do Macarrão é um restaurante especializado em comidas brasileira, chinesa, italiana, frutos do mar e vegetariana que, depois de fazer muito sucesso, resolveu expandir seus negócios. O problema é que o empreendimento ainda não tinha uma identidade visual sólida, que fizesse jus à qualidade do negócio e demonstrasse o seu profissionalismo.

Foi então que os sócios, Felipe Alves e Thiago Rodrigues, resolveram partir em busca de um designer que conseguisse esboçar a imagem correta da empresa. Algo que aconteceu por meio da We Do Logos, ferramenta que deu para Alves e Rodrigues o contato com um profissional capaz de produzir desde o logotipo até a papelaria da empresa, que hoje já está presente em mais localidades da Cidade Maravilhosa.

Entenda mais sobre as vantagens que a empresa teve por ter investido em design

Havaianas

Um dos cases mais estudados sobre design, publicidade e marketing no Brasil é o das sandálias Havaianas. Tida como uma marca voltada para o público mais pobre durante anos, a empresa teve um período de décadas com fortes vendas no país até a coisa começar a desandar no meio da década de 80.

Com a chegada de novos concorrentes no mercado e uma desaceleração cada vez mais forte em seus números, as Havaianas não sabiam ao certo como vencer aquele momento de crise. No entanto, ao trocar de agência — logo na virada para a década de 90 —, a ideia surgiu: fazer um rebranding total.

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Foi a partir dessa decisão que surgiram novos produtos da marca, com novas cores (vale lembrar que durante anos só existiu uma opção de cor daquelas sandálias), um novo discurso com o público — agora mais focado na classe média brasileira — e a adoção de uma direção de arte mais requintada, moderna e com imagens mais vivas e jovens.

E não é preciso nem dizer que essa ideia foi um sucesso, afinal, hoje a marca está presente em diversos países e é uma das mais rentáveis do Brasil.

Ao longo desse artigo nós buscamos apresentar para você um pouco mais sobre o ROI e sobre a importância do design como ferramenta de vendas para a sua empresa. Dois temas bastante relacionados e que apontam a necessidade de ver o design como um suporte sólido para os negócios da empresa e não apenas uma área responsável por deixar as coisas mais bonitas ou interessantes.

Capaz até mesmo de resolver os problemas de venda de uma determinada marca, o design pode entregar soluções práticas, de ajuda momentânea e também respostas de longo prazo, capazes de melhorar a percepção do público para com uma determinada marca e criar uma relação mais duradora entre a empresa e seus clientes.

Portanto, é sempre bom ter em mente que investir em design é investir no nome da empresa. É investir na forma como ela vende seus produtos e serviços e como ela quer ser vista pelo mercado. E por isso é importante pensar em bons designers quando o assunto é o futuro e a percepção daquilo que você vende. Afinal, você não deixaria tanta responsabilidade nas mãos de qualquer um, deixaria?

Ainda tem dúvidas sobre o ROI em design? Conhece outro case interessante? Comente e compartilhe conosco!

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