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Porsche aposta no trabalho manual em comercial de fim de ano e reforça o valor da intenção criativa

Em um cenário cada vez mais dominado por automação, inteligência artificial e produções aceleradas, a Porsche escolheu ir na contramão. No seu comercial de fim de ano, a marca transformou o processo criativo em mensagem, colocando o trabalho manual, o cuidado com os detalhes e a intenção por trás de cada escolha como protagonistas da comunicação.

Mais do que vender um produto, o filme entrega um posicionamento claro sobre branding, identidade de marca e relação com a comunidade, reforçando por que a Porsche continua sendo referência global em design, engenharia e storytelling.



Quando o processo criativo vira a própria narrativa


Diferente de campanhas tradicionais, o comercial não se apoia em grandes efeitos visuais ou tecnologias emergentes. Pelo contrário: ele valoriza o fazer artesanal, os esboços, as imperfeições e as decisões humanas que constroem algo memorável.

Essa escolha comunica, de forma sutil, um conceito essencial no branding: marcas fortes não nascem apenas da tecnologia, mas da intenção por trás de cada detalhe. Cada cena funciona como um reflexo do próprio DNA da Porsche — precisão, cuidado, tempo e excelência.


Storytelling para quem realmente conhece a marca


Outro ponto relevante do filme é a forma como ele conversa diretamente com a comunidade da marca. O comercial é repleto de códigos visuais, referências sutis e símbolos internos, que fazem sentido principalmente para quem já acompanha a trajetória da Porsche.

Essa estratégia reforça um princípio importante da comunicação de marcas premium: nem toda mensagem precisa ser explicativa ou massiva. Quando bem construída, ela cria conexão emocional, sentimento de pertencimento e reconhecimento.

No marketing contemporâneo, isso se traduz em branding relacional, onde o público não é apenas espectador, mas parte ativa da narrativa.


campanha porsche pintada a mao

O posicionamento claro ao abrir mão da Inteligência Artificial


Ao optar explicitamente por não utilizar Inteligência Artificial no processo criativo do filme, a Porsche assume um posicionamento forte e consciente. A decisão não é um ataque à tecnologia, mas um reforço de valores: criatividade, autoria, intenção e excelência humana.

Em um momento em que muitas marcas utilizam IA como atalho criativo, a Porsche desloca o foco da ferramenta para o significado. A mensagem é clara: tecnologia é meio, não fim. O que realmente diferencia uma marca é a visão estratégica por trás de suas escolhas.


O que marcas podem aprender com essa campanha


O comercial da Porsche deixa aprendizados importantes para empresas de todos os tamanhos:

  • Criatividade não está na ferramenta, mas na ideia

  • Processo também comunica valor

  • Detalhes constroem percepção de marca

  • Posicionamento claro gera diferenciação

  • Marcas fortes criam diálogo, não apenas anúncios

Esses princípios são os mesmos que sustentam uma identidade visual bem construída, um logotipo profissional e uma comunicação consistente ao longo do tempo.


Branding é intenção, não automatização


O filme de fim de ano da Porsche reforça algo que o mercado muitas vezes esquece: marcas memoráveis não nascem da pressa ou da padronização. Elas surgem da combinação entre estratégia, criatividade, intenção e cuidado estético.

Independentemente do porte do negócio, investir em branding é investir em significado. É garantir que cada forma, cor, tipografia e mensagem fale mais do que o produto — fale sobre valores, propósito e visão de futuro.

Na We Do Logos, acreditamos que design profissional e estratégia de marca continuam sendo insubstituíveis, mesmo em um mundo cada vez mais automatizado. É isso que transforma ideias simples em marcas relevantes e duradouras.

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